
2008 foi um ano de grandes lançamentos. Para além de Black Ice dos AC/DC, a lendária banda Americana Metallica lançou Death Magnetic. Depois da desilusão de St.Anger, esperava-se um grande álbum. Numa entrevista que li há uns meses Kirk Hammet, guitarrista da banda, afirmava que era um grande álbum. Contava até a história de um fã que ouviu parte de uma música no leitor de CD do carro de Kirk quando este passava por ele com a janela aberta. Terá dito o fã que era uma grande música, não tendo reconhecido o músico. Dizia Hammet na dita entrevista que os fãs podiam esperar grandes coisas.
Não sei se o fã que exclamou a sua aprovação naquele dia gostou do CD. Eu não achei grande coisa. Existem algumas letras boas, partes instrumentais bastante interessantes. Mas o problema está precisamente nas partes instrumentais. São gigantescas. Em algumas músicas chega a ser desesperante. Ao ouvir a faixa 8, The Judas Kiss, aconteceu-me uma coisa engraçada. Estava a ouvir o CD e a jogar computador ao mesmo tempo. A certa altura o vocalista calou-se e começou uma parte instrumental. Que durou e durou... Eu pensei que por estar a prestar atenção ao jogo não tinha percebido que já tinha mudado de música. Porque já não ouvia a voz de Hetfield há um bocado. Mas ainda era a mesma música. As partes instrumentais deste álbum são como as pilhas duracell. Duram, duram, duram... 7 das 10 faixas têm mais de 7 minutos. E a mais curta tem 5. É um exagero.
Por isso dou-lhe 3 estrelas.
Não sei se o fã que exclamou a sua aprovação naquele dia gostou do CD. Eu não achei grande coisa. Existem algumas letras boas, partes instrumentais bastante interessantes. Mas o problema está precisamente nas partes instrumentais. São gigantescas. Em algumas músicas chega a ser desesperante. Ao ouvir a faixa 8, The Judas Kiss, aconteceu-me uma coisa engraçada. Estava a ouvir o CD e a jogar computador ao mesmo tempo. A certa altura o vocalista calou-se e começou uma parte instrumental. Que durou e durou... Eu pensei que por estar a prestar atenção ao jogo não tinha percebido que já tinha mudado de música. Porque já não ouvia a voz de Hetfield há um bocado. Mas ainda era a mesma música. As partes instrumentais deste álbum são como as pilhas duracell. Duram, duram, duram... 7 das 10 faixas têm mais de 7 minutos. E a mais curta tem 5. É um exagero.
Por isso dou-lhe 3 estrelas.
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